sexta-feira, 27 de abril de 2018

O Caminho das Sensações na Educação Infantil

Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto. O projeto “Caminhos das Sensações”parte do princípio que, através da exploração de diferentes materiais os pequenos ampliam a capacidade de expressão e o conhecimento do mundo.
Todos os sentidos do nosso corpo são extremamente importantes, pois eles permitem a percepção dos diversos estímulos do meio. O tato, um desses sentidos, possibilita a percepção das texturas, da temperatura, da pressão, entre outras sensações.
Neste 26 de abril, o JA e o JB fizeram o CAMINHO DAS SENSAÇÕES. Foi um momento mágico em que os escudantes e as estudantes perceberam que é preciso coragem para se permitir sentir. 
Parabéns Professoras Márcia e Janaína. Essa atividade muito contribuiu tais para o crescimento e o desenvolvimentos de nossos e nossas estudantes









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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Projeto Semana do Alfabeto: porque explorar o alfabeto é ir além de afixá-lo nas paredes





A palavra brincar geralmente nos remete a uma interpretação do oposto à coisa séria, o oposto às tarefas de mundo adulto. Mas seriam dois mundos opostos? O mundo da criança onde predominam a ilusão, a fantasia, a lógica dos desejos e a necessidade que promete  satisfazê-las: e o outro,  o mundo do adulto, regido pela realidade da razão, pela lógica real, pelo mundo da verdade.

Até quando vamos continuar dizendo que brincadeira é coisa séria? Esta dualidade, o mundo da criança (da lógica dos desejos) versus o mundo dos adultos (da lógica da razão), pode continuar existindo. 




Também quando se fala “pare de brincadeira”, pode-se estar referindo a alguma fala ou ação lúdica. Provavelmente engraçada, que parece separar o sujeito daquilo que quer fazer, como se as brincadeiras infantis não tivessem seus propósitos e não fossem coordenadas por uma lógica real.


Não existe brincar sem organização e sem motivo. A situação imaginária tem uma lógica, mesmo não sendo formal, previamente estabelecida. Piaget e Vygotsky (1972) informam que, no jogo e no brincar, a criança consegue submeter-se às regras como fonte de prazer. Esse autocontrole interno sobre o conflito, entre o seu desejo e a regra da brincadeira, é uma aquisição básica para o nível de sua ação real e para a modalidade adulta futura.


Nessa perspectiva, as professoras dos primeiros anos do ensino fundamental Andreia Kriegel, Elen Roberta Welp e Cinira Nunes Pavani propuseram atividades que tornaram o cotidiano da sala de aula mais emocionante e significativo, e buscaram propiciar às crianças aprender brincando.



















Projeto Semana do Alfabeto: porque explorar o alfabeto é ir além de afixá-lo nas paredes



CRIADORAS DO PROJETO
professoras Andreia Kriegel, Elen Roberta Welp, Cinira Nunes Pavani, respectivamente.

PARTE 2

O alfabeto afixado na sala é de grande importância no mundo da escrita, pois dá maior segurança para quem está aprendendo seus primeiros traçados. Se a criança não lembra para que lado fica a perninha do “R”, por exemplo, basta consultá-lo que sua dúvida se esclarecerá. 

Porém, não basta que o alfabeto esteja afixado na parede, é preciso incentivar os alunos a usá-lo, e propondo atividades que despertem para a fixação dos símbolos das letras.

Atividades como “A Semana do Alfabeto” impulsionam a curiosidade, a capacidade de percepção visual, a troca de experiências, o esclarecimento das dúvidas, a atenção, enfim, de uma lúdica e criativa ensina de forma integrada, para chegar à construção de aprendizagens.

Hoje a brincadeira foi “Lince gigante interativo”, houve confecção de medalha com a letra de seu nome; integração das turmas: divisão das equipes pelas letras dos nomes. 

Como foi o jogo?

As crianças sentadas por equipe, em retângulo. Objetos iniciados pelas diversas letras do alfabeto no centro da quadra. A cada rodada são escolhidos dois participantes por equipe para buscar entre os objetos aquele que inicia com a letra sorteada pela professora. A equipe que encontrar o objeto primeiro marca um ponto































Projeto Semana do Alfabeto: porque explorar o alfabeto é ir além de afixá-lo nas paredes




Nas turmas de alfabetização acontecem os primeiros contatos das crianças com as letras. Com isso, a visualização das mesmas é de fundamental importância para que os pequenos sintam-se seguros ao reproduzi-las para o papel, afinal ainda não aprenderam como é a grafia correta das letras do nosso alfabeto.

Os primeiros anos iniciaram nesta semana o Projeto Semana do Alfabeto, durante duas semanas os alunos irão desenvolver várias atividades lúdicas sobre o  alfabeto.


A abertura foi com a contação da história a Magia do Alfabeto, na continuação as crianças assistiram a um vídeo sobre o traçado das letras. 




Logo após, foram desafiados no quizz da letra inicial. Parabéns professoras Andreia, Cinira e Elen!!



sexta-feira, 20 de abril de 2018

Previna a confusão

Vamos encarar a realidade: os alunos (e também os adultos) ficam frustrados quando não compreendem, ou não sabem o que vem a seguir. Assim, tanto para os alunos, como para os adultos, esta frustração acaba desembocando em problemas de disciplina.

Assim, é de suma importância que os professores saibam antecipar e evitar qualquer possibilidade de confusão “ antes” que os problemas apareçam. Lembre-se, o gerenciamento efetivo da sala de aula requer um professor que seja proativo.

Uma maneira de evitar a confusão do aluno é ser consistente. Sua aula, jamais deverá ser uma surpresa para os alunos. Por exemplo, tenha sempre definido a sequência, ou ordem da sua aula especificado logo no início para os alunos. O roteiro do que acontecerá na aula não deve ser um mistério para os seus alunos.

Você pode fazer isso, colocando no canto superior direito do quadro negro a seqüência de atividades que ocorrerão naquela aula, bem como o tempo para cada uma delas.

Informe também qual é o objetivo daquela lição, o que você espera que eles aprendam. Você não acha que seria uma boa ideia seus alunos também saber o que se espera deles ?

Uma outra estratégia de aprendizado muito simples que reduz consideravelmente a confusão dos alunos é checar o entendimento deles ao longo da aula. Simplesmente pergunte a um ou dois alunos (escolha aleatoriamente) para repetir o entendimento do que você acabou de ensinar. Você pode usar esta estratégia quer seja na hora da explicação de algo novo, nas orientações para um trabalho em grupo, ou até mesmo no estabelecimento dos combinados da sala.

Fazendo isso várias vezes ao longo da aula você constatará cada vez menos confusão dos alunos e por conseguinte menos problemas de gerenciamento da sala.


FORMAÇÃO E PLANEJAMENTO ESCOLAR

O ano começa e com ele novas expectativas de maiores realizações pessoais. O trabalho pedagógico também deve renovar-se e alcançar novos resultados. O instrumento que norteia todo o processo educativo é o Planejamento Escolar. Por essa razão iniciamos nossas formações de 2018 pensando o planejamento escolar! 

Cuidamo para que nosso planejamento não seja muito centralizado em conteúdos, estratégias de ensino, dar conta do livro didático, avaliações, e por esta razão abrangem apenas 50% do processo de educar, pois não devemos ignorar outras questões fundamentais que precisam ser trazidas em pauta e que extrapolam a sala de aula.

Planejamento Escolar não é uma perda de tempo, também não é um documento que é feito uma vez por ano e guardado em uma gaveta, não é algo imutável que não deva ser ajustado ao longo do caminho, e também não é simplesmente copiar e colar os conteúdos do livro didático apenas distribuindo-os ao longo dos bimestres. Planejamos para alcançar algo, para criarmos alguma coisa, para atingirmos um objetivo.








Futebol na Educação Infantil


Oficina de Culinária

É comum as escolas comemorarem o dia do índio fantasiando e pintando as crianças, à semelhança do que fazem na Páscoa. Sai o coelhinho, entra o índio. A figura indígena, abordada desta maneira, se torna tão irreal quanto um coelho gigante que traz ovos de chocolate em embalagens coloridas. Nossa escola está preocupada em contribuir para que esses estereótipos sejam desconstruídos.
Como habitantes milenares da região, os índios foram os primeiros a criar modos de cozinhar típicos, que perduram até os dias de hoje entre as tribos que não mantêm muito contato com o “homem branco” e ainda seguem sua cultura. A influência dos costumes dessa população na culinária brasileira é facilmente notada, a começar pelos ingredientes que fazem parte dos pratos da nossa  mesa: peixes, raízes, sementes, folhas e frutos, riqueza que a própria natureza e a floresta oferecem.
Nessa última semana, os segundos anos com suas respectivas professoras, falaram sobre a alimentação dos índios, a influência dessa alimentação na nossa. E escolheram o fubá para fazer um bolo em comemoração aos nossos irmãos indígenas.
Parabéns professoras Ana Regina Schropfer, Miriam Pereira Duschitz, Sabrina Souza de Lima.




Eu até recebi convite! Olha a função social da escrita nesta atividade! Parabéns professoras!!
Obrigado pelo registro Professora Simone!!