OS DESAFIOS DA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E O PROJETO: “O OLHAR QUE FAZ A DIFERENÇA”
Sabemos que a ideia da Educação Inclusiva se fundamenta em uma filosofia que reconhece e valoriza a diversidade, partindo do princípio dos Direitos Humanos. Que garante o acesso e a participação de todos, a todas as oportunidades, independente das peculiaridades de cada indivíduo e de suas dificuldades.
Todos podem se beneficiar dos programas educacionais, desde que sejam dadas as oportunidades necessárias para o desenvolvimento de suas potencialidades.
Portanto, quando falamos em Educação Inclusiva, primeiro precisamos repensar o sentido que se está atribuindo à educação, além de atualizar nossas concepções e ressignificar o processo de construção de que todo o indivíduo aprende, cada um do seu modo e ao seu tempo.
É preciso compreender a complexidade e amplitude que envolve essa temática.
A educação inclusiva é um movimento mundial em defesa do direito de todos os alunos estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, que avança em relação à ideia de equidade dentro e fora da escola, ou seja, o adjetivo inclusiva é usado quando se busca qualidade para todos e cada aluno, com ou sem deficiência.
Sendo assim, a inclusão implica em uma transformação considerável no espaço escolar. Implica em quebrar e vencer paradigmas, buscar atender à diversidade humana com ajuda de recursos materiais, humanos e financeiros. Podemos até dizer que o desafio é conseguir romper barreiras, quebrar o esquema de homogeneidade.
A inclusão não é apenas inserir o aluno na classe e esperar que ele aprenda ou que o professor trabalhe de forma diferente. É necessário que todos acreditem no potencial de cada aluno e cada um no seu potencial de aprender, de aceitar novos desafios, de criar novas expectativas, para isso todo o sistema escolar, deve estar disposto e aberto a aceitar e incluir todos os alunos.
Dentro do cotidiano escolar a criatividade e o bom senso dos professores são os principais aliados para o ensino-aprendizagem de todos alunos. Para isso algumas ações pedagógicas diferenciadas são necessárias, bem como a flexibilização curricular.
Afinal, todos os alunos precisam da valorização e do incentivo de suas potencialidades para que possam desenvolver cada vez mais e melhor suas capacidades.
O projeto “O OLHAR QUE FAZ A DIFERENÇA” teve como objetivo sensibilizar os alunos desde a Educação Infantil até o Terceiro Ciclo através de vivências, debates e reflexão sobre a diversidade humana, para que a Inclusão na escola seja um movimento de respeito e valorização das diferenças.
As professoras Aline Russo - pedagoga e especialista em educação inclusiva, responsável pela SIR Altas Habilidades – e Cármen Lúcia Figueiredo – pedagoga e especialista em Psicopedagogia Institucional, responsável pela SIR – disseram que este projeto tinha nascido inicialmente na EMEF João Goulart, na época em que a professora Aline dividia a SIR com a Professora Luana Alana.
Aline fez o convite à Lucia, que prontamente aceitou e então convidaram a Orientadora Joseane Frassoni dos Santos e, juntas, reeditaram o projeto. Para elas, o grande objetivo é justamente tratar da diversidade humana e não só da inclusão. Queriam que os alunos percebessem o quanto nós somos diversos e quanto isso é rico.
As professoras surpreenderam-se com a adesão dos adolescentes ao projeto. Eles participaram, debateram e pediram orientações às professoras. Foi muito bacana, segundo elas. Os alunos das Séries Iniciais, como já era esperado, também aproveitaram muito bem as atividades.
Felizes com os resultados, as professoras querem fazer uma reedição do projeto para funcionários e professores, afinal em nossas vidas, no dia a dia e é assim ... aprendemos com as diferentes vivências, as diferenças de opiniões, de culturas, de enfoques, de humores, de sentimentos.
As professoras surpreenderam-se com a adesão dos adolescentes ao projeto. Eles participaram, debateram e pediram orientações às professoras. Foi muito bacana, segundo elas. Os alunos das Séries Iniciais, como já era esperado, também aproveitaram muito bem as atividades.
Felizes com os resultados, as professoras querem fazer uma reedição do projeto para funcionários e professores, afinal em nossas vidas, no dia a dia e é assim ... aprendemos com as diferentes vivências, as diferenças de opiniões, de culturas, de enfoques, de humores, de sentimentos.



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